JORGE RODRIGUES SIMÃO

ADVOCACI NASCUNT, UR JUDICES SIUNT

Reflexoes

19 de Março...

Assim, como existe dor e alegria.

 

Assim, como existe inquietude e paz.

 

A vida é ladeada pela palavra e silêncio.

 

A palavra, do latim parábola é a faculdade natural de falar.

 

Só o homem goza da palavra.

 

A palavra expressa ideias que se formam na mente e é a forma de exprimir o que sentimos.

 

Falar é expressar o pensamento por meio de palavras.

 

Fazemos a todo o momento e não nos damos conta da sua maravilha.

 

Falar é dizer o que sentimos, comunicar os nossos anseios e esperanças ou descarregar as atribulações aos que nos escutam.

 

Os tempos que vivemos são de comunicação e informação.

 

Mas a palavra tem a sua face oposta.

 

 O silêncio.

 

Ou falamos, ou estamos em silêncio.

 

Quando falamos a energia sai-nos pela boca.

 

A maior parte das vezes, arrependemo-nos de ter falado.

 

No entanto, falar é agradável e faz-nos sentir vivos, enérgicos e alegres.

 

Todavia, aprendi que o silêncio é um tesouro de infinito valor.

 

Quando estamos em silêncio podemos muitas das vezes, ser mais autênticos e verdadeiros.

 

O silêncio é vital à nossa existência.

 

Tem o poder de nos reconciliarmos.

 Poder dar forma e resposta às interrogações que acumulam o percurso pela vida.  Quem sou?  Donde venho?  Para onde vou?  No silêncio vamos encontrar as respostas. Não no alvoroço, no nervosismo, na música ruidosa, no aceleramento da vida preocupada e conflituosa.  Sendo dia do Pai, uma figura surgiu na minha mente. A de José, carpinteiro de Nazaré.  O homem encarregado da tarefa de proteger e cuidar as maiores personagens da história bíblica não deixou uma palavra.  Nada disse.  Apenas as suas acções e exemplo.  Não proferiu brilhantes discursos. Tão só, o testemunho pelo silêncio recheado de amor.  José teve uma entrega total. 

A vida consagrada ao trabalho, o desvelo, cuidado amoroso para com a sua esposa e o filho desta ao seu cuidado, como qualquer bom de pai de família, de suor na testa e no cansaço produzido pelos longos períodos na carpintaria conheceu a dor do exílio de uma terra estrangeira e soube nas noites silenciosas de vigília pedir forças para cuidar e proteger a sua família.

 

Não necessitou de falar.

 

Não existem palavras que superem o silêncio de amor e o cumprimento do dever.

 

Tudo está contido nas pequenas coisas e na humildade do labor diário.

 

Não foi poderoso.

 

Não teve um cargo importante no Sinédrio

 

Soube cumprir a sua missão e o silêncio foi a maior grandeza.

 

Os grandes personagens não precisam de bradar aos quatro ventos o que em geral não são, nem nunca serão.

 

Ficam muitas vezes em silêncio, apenas olhando o teatro dos outros.

 

No silêncio ouve-se a voz da verdade.

 

A verdade fala em silêncio.

  
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Reconciliação...

Neste momento, mude a sua vida ao invés de esperar que os outros mudem.

Neste momento, expresse gratidão ao invés de julgamentos ou críticas.

Neste momento, escolha gozar o que possui ao invés de se preocupar, pelo que não tem.

Neste momento, reconheça e valorize o que conseguiu ao invés de se lamentar do seu passado do qual é unicamente responsável.

Neste momento, expresse e usufrua a sua bondade ao invés de expressar dureza.

Neste momento, decida alimentar os pensamentos de perdão ao invés de se envenenar com raiva.

Neste momento, faça as suas obrigações com o entusiasmo e a alegria de um ser livre ao invés de se lamentar e de se queixar como uma escrava.


Neste momento, reconcilie-se com Deus, consigo, com os demais e com a vida.

 

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