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PERSPECTIVAS - As eleições turcas - HojeMacau - 29.06.2-18
“If you're the leader, you have to communicate the message of immortality to your people. Because I believe if a leader hides behind a rock, then the people will hide behind a mountain. A country without a strong leader will go down. Democracy is like a streetcar. When you come to your stop, you get off.”
Recep Tayyip Erdogan: Selected Statements and Speeches
Recep Tayyip Erdogan
O presidente Recep Tayyip Erdogan da Turquia acabou por ganhar a reeleição, e um conjunto perigoso de novos poderes, a 24 de Junho de 2018. O acontecimento não constituiu surpresa, e tornou-se o presidente mais poderoso da história da Turquia. A Turquia que vive no meio de uma generalizada repressão e com uma economia enfraquecida, a sua aliança conquistou a maioria parlamentar. O ex-primeiro-ministro, foi eleito presidente em 2014 e, após um golpe fracassado em 2016, persuadiu os eleitores a mudar a Constituição.
A eleição sinalizou uma nova era para a Turquia, um país central na Europa e no Médio Oriente. A reeleição de Erdogan como presidente, em teoria, concede-lhe poderes arrebatadores que nunca exerceu antes e por causa das mudanças na constituição turca realizadas em 2017, o presidente, e não o primeiro-ministro, será o chefe formal do governo turco. O presidente Erdogan pode nomear ministros, emitir decretos, fazer nomeações cruciais no poder judicial e autorizar investigações de funcionários públicos. A natureza do papel do presidente mudará pouco, na prática, dado que exercia informalmente muito mais poder do que a sua posição tecnicamente permitia. O presidente, por exemplo, lidera as reuniões do gabinete desde 2015, embora essa seja geralmente a prerrogativa do primeiro-ministro.

Sometimes, storms aren’t about us.
Sometimes, friends or loved ones will attack us for no apparent reason.
They’ll fuss, fume, and snap at us. When we ask them why, they’ll say, “Oh, I’m sorry. I had a bad day at work.”
But we still feel hurt and upset.
Hold people accountable for their behaviour. Don’t let people treat you badly.
But don’t take the storms in their lives personally. These storms may have nothing to do with you.
Seek shelter if necessary. Get away from curt friends until they have time to calm down; then approach when it’s safe. If the storm isn’t about you, there’s nothing you need to do.
Would you try to stop the ocean waves by standing in the surf with your arms outstretched?
Say whatever. Let the storms blow through.

PERSPECTIVAS - A ameaça das armas biológicas - HojeMacau - 22.06.2018
“In the field of biological weapons, there is almost no prospect of detecting a pathogen until it has been used in an attack.”
Angler: The Cheney Vice Presidency
Barton Gellman
Os países estão preparados para a crescente ameaça das bio-armas artificiais? Face aos actuais surtos de Ébola na República Democrática do Congo e do vírus Nipah na Índia, uma ameaça ainda mais assustadora se aproxima. Os pesquisadores recriaram um vírus extinto, semelhante à varíola com o ADN comprado “on-line” por apenas cem mil dólares, em 2017. O seu sucesso aumenta a preocupação de que regimes e terroristas desonestos possam, similarmente, modificar ou projectar patógenos e usá-los como armas. O físico Ashton Baldwin Carte, que serviu como Secretário de Defesa dos Estados Unidos no governo do presidente Barack Obama alertou para o facto de que tal artilharia biológica poderia vir a rivalizar com o poder destrutivo das armas nucleares. Se um agente altamente contagioso fosse solto em uma grande cidade, poderia espalhar-se por toda a parte e matar milhares de pessoas, antes de se descobrir o que estava a acontecer.

PERSPECTIVAS - A guerra comercial da Administração Trump - HojeMacau - 15.06.2018
“As history has repeatedly proven, one trade tariff begets another, then another - until you've got a full-blown trade war. No one ever wins, and consumers always get screwed.”
Mark McKinnon
A política comercial dos Estados Unidos está a confundir os mercados. O mercado de acções americano, a 22 de Março de 2018 caiu 700 pontos, pois as bolsas sentiram-se fortemente, pressionadas pelas preocupações de uma potencial guerra comercial e um declínio nas acções de tecnologia. O mercado mais amplo, também foi pressionado por um declínio nos “stocks” dos bancos. A média industrial do Dow Jones caiu 724,42. A queda de 2,9 por cento foi a pior desde 8 de Fevereiro de 2018. O índice de trinta acções também entrou brevemente no território de correcção, pela primeira vez desde essa data, caindo 10 por cento, desde a sua contínua alta durante cinquenta e duas semanas. O S&P 500 caiu 2,5 por cento, com sete dos onze sectores, incluindo tecnologia e finanças, a desmoronarem mais de 2 por cento.